Era só o que faltava: o IBGE, através do Relatório de Indicadores Gerenciais Municipais, em informações já tabuladas, nos dá conta que a população de Caçapava diminuiu em 3012 pessoas, de 2009, quando tinha um total de 85181 habitantes, para 2010, quando foram computados 82.169 habitantes totais!
Com isto, reduzem também, os repasses financeiros do Fundo de Participação dos Municipios, que é uma transferencia constitucional (CF, Art. 159, I, b), composto de 22,5% da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados, feita de acordo o número de habitantes.
Se não bastassem o fechamento de várias empresas, além de promessas outras não realizadas (como as do famigerado e invisível Centro Empresarial Aeroespacial, da Construtora Penido !), agora também temos que nos preocupar na matemáticamente possível eventualidade de ocorrerem novas reduções populacionais e financeiras, que venham a prejudicar, ainda mais, as finanças municipais!
Por isto a definição do rumo político da cidade, está assumindo papel importante junto à comunidade, que, há dois anos do pleito municipal, ainda não visualiza nenhum candidato cacifado, comprometido com a cidade, que possa interferir e modificar o planejamento estratégico existente de longa data, incorporando investimentos na atração e instalação de indústrias, geradoras de receitas e empregos.
Claro que existem algumas figuras no campo político de Caçapava, que, açodadamente, já se lançaram, há dois anos atrás, como candidatos à Prefeito da cidade nas próximas eleições mas, este tipo de posicionamento, só teve e tem uma única utilidade prática, que é o desgaste prévio que pulveriza qualquer intenção de candidatura, como ocorreu com pelo menos um dos políticos locais, manifestadamente em campanha, desde que foi eleito como vereador!
O verdadeiro candidato a prefeito de Caçapava, para as próximas eleições municipais, com possibilidades de modificar as características estratégicas da cidade, ainda não mostrou a cara!
Com isto, reduzem também, os repasses financeiros do Fundo de Participação dos Municipios, que é uma transferencia constitucional (CF, Art. 159, I, b), composto de 22,5% da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados, feita de acordo o número de habitantes.
Se não bastassem o fechamento de várias empresas, além de promessas outras não realizadas (como as do famigerado e invisível Centro Empresarial Aeroespacial, da Construtora Penido !), agora também temos que nos preocupar na matemáticamente possível eventualidade de ocorrerem novas reduções populacionais e financeiras, que venham a prejudicar, ainda mais, as finanças municipais!
Por isto a definição do rumo político da cidade, está assumindo papel importante junto à comunidade, que, há dois anos do pleito municipal, ainda não visualiza nenhum candidato cacifado, comprometido com a cidade, que possa interferir e modificar o planejamento estratégico existente de longa data, incorporando investimentos na atração e instalação de indústrias, geradoras de receitas e empregos.
Claro que existem algumas figuras no campo político de Caçapava, que, açodadamente, já se lançaram, há dois anos atrás, como candidatos à Prefeito da cidade nas próximas eleições mas, este tipo de posicionamento, só teve e tem uma única utilidade prática, que é o desgaste prévio que pulveriza qualquer intenção de candidatura, como ocorreu com pelo menos um dos políticos locais, manifestadamente em campanha, desde que foi eleito como vereador!
O verdadeiro candidato a prefeito de Caçapava, para as próximas eleições municipais, com possibilidades de modificar as características estratégicas da cidade, ainda não mostrou a cara!
